O que a Sunstar GUM descobriu sobre o tempo do seu time comercial

maio 8, 2026

O que a Sunstar GUM descobriu sobre o tempo do seu time comercial

Uma indústria global de cuidado bucal, presente há mais de uma década no Brasil e com mais de 65 produtos no portfólio, fez uma pergunta desconfortável para o próprio time comercial: quantas horas por semana cada gerente nacional perdia fazendo algo que ninguém foi contratado para fazer?

A resposta honesta veio em formato de número: de 8 a 10 horas por gerente. Por semana.

Esse é um dado que o Farma brasileiro inteiro deveria olhar de frente. Varejo digital pedindo dados em formato próprio. Distribuidor exigindo planilha com campos específicos. Marketplace cobrando atributo que a rede de farmácia ignora. E um time comercial, caro, experiente, contratado para pensar estratégia de canal, consumido por um ciclo silencioso de cópia, cola e correção que nunca termina.

Na Sunstar GUM, a liderança nomeou o problema com clareza: o gerente nacional de vendas e seus pares estavam, na prática, operando como digitadores de alto custo. Cada lançamento virava uma semana de preparação de ficha antes do produto sequer chegar à gôndola. E toda rede que entrava no portfólio multiplicava esse tempo, não somava.

O problema não era falta de esforço. Era falta de infraestrutura.

A decisão estratégica veio de um raciocínio simples: se o cadastro é inevitável, ele tem que deixar de ser manual. A empresa centralizou a gestão de portfólio e a distribuição de conteúdo numa única base, com validação automatizada e sincronização direta para a rede de varejos integrados. O gerente passou a cadastrar uma vez. A rede passou a receber automaticamente. O tempo de correção caiu antes de virar retrabalho.

A mudança não foi tecnológica, foi de governança. O time de vendas voltou a fazer vendas.

Os números que a liderança da Sunstar compartilhou publicamente durante o Farma Insights 2025:

→ 8 a 10 horas recuperadas por gerente, por semana, tempo que voltou para relacionamento com cliente e planejamento comercial → Cadastro centralizado em uma única fonte de verdade, com distribuição automática para os varejos integrados → Aceleração da presença digital do portfólio nos canais estratégicos do Farma

O que esse movimento revela é estrutural. As indústrias que vão liderar o Farma brasileiro nos próximos três anos não serão as que contratarem mais gente para operar o caos. Serão as que decidirem que cadastro e sincronização são infraestrutura, e não tarefa.

Se o seu time comercial ainda passa mais tempo copiando ficha do que conversando com varejo, a pergunta não é mais “quanto custa automatizar?”. É quanto está custando não automatizar.

O que está travando a sua operação hoje?